O Centro Mulheres de Barro

Coisas incríveis acontecem aqui

O Centro Mulheres de Barro de Exposição e Educação Patrimonial foi inaugurado no dia 12 de novembro de 2016, administrado pela Cooperativa dos Artesãos da Região de Carajás – Mulheres de Barro, com o incentivo fiscal da Lei Rouanet e patrocínio Vale. A cooperativa é composta principalmente por cooperadas mulheres ceramistas, instrutoras de arte e gestoras culturais. Compõem as instalações: uma galeria de exposição, uma loja, um ateliê e espaço educativo. Na galeria expõe-se conteúdo museográfico com temática arqueológica, minerais e culturais da microrregião de Parauapebas. A loja oferece aos visitantes comunidade e turistas artesanato cerâmico com referências arqueológicas. O ateliê está equipado para a produção (preparo da matéria prima, modelagem de peças, decoração e queima), por meio das mãos criativas e ágeis das mestras ceramistas surgem peças singulares com pigmentos minerais de ferro, cobre e manganês, agregando identidade cultural a partir dos vestígios materiais (artefatos cerâmicos) deixados pelos ancestrais que viveram no território há cerca de 6 mil anos. O espaço educativo é uma sala ampla com mobília e equipamentos audiovisual, de organização dinâmica para realização de diversas linguagens artísticas e Educação Patrimonial em estratégias diversas como roda de conversa, seminários, oficinas, apresentações teatrais, musicais, folclóricas, exposições, incentivo à leitura. O Centro faz parte da rota turística do município de Parauapebas, está localizado ao lado esquerdo do mercado municipal do Rio verde, entrada pela rua Araguaia .

Venha nos visitar, coisas incríveis acontecem aqui.

Ao visitar o local, o público pode vislumbrar a beleza e singularidade do artesanato típico da região. Parte das 85 peças que envolvem esculturas, objetos de decoração e utilitários, como panelas, bules, xícaras e moringas feitas de barro que têm a inspiração e o diferencial de peças que foram feitas e usadas nos tempos dos primeiros habitantes da região, a cerca de 11 mil anos, e que foram conhecidas por membros da Cooperativa durante oficinas do Programa de Educação Patrimonial executado pela Vale, na época da implantação do projeto Salobo.

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